Livro de arte e fotografia

Livros de Arte e Fotografia: Tendências no Brasil e no Mundo

fevereiro 11, 2021

Nas últimas décadas, os livros de arte e fotografia ganharam um destaque no mercado editorial que há muito não se via. Eles estão espalhados pelas prateleiras das livrarias e atraem um número maior de consumidores interessados nas suas narrativas e no jogo de fotografias/imagens. Neles, predominam as imagens sobre os textos e, para a sua confecção, há uma grande sintonia entre o fotógrafo, editor e designer gráfico para que a publicação tenha uma narrativa visual atrativa e, assim, ajude a contar uma história.

A arte e a fotografia sempre andaram juntas, de mãos dadas. Mas ultimamente tem ganhado um destaque maior, principalmente depois da década de 1970, quando a tradição ocidental das artes plásticas parecia ter chegado ao fim. Atualmente, é comum, em museus e galerias do mundo todo, quadros famosos ao lado de grandes fotografias mostrando que um está conectado ao outro. O fotógrafo ganhou ares de pintor também. Afinal, ambos são artistas, não é mesmo?

 

Livro de arte e fotografia 01

 

E o que os profissionais pensam sobre os livros de arte?

Os profissionais de fotografia ganharam uma oportunidade de publicar seus melhores cliques com os fotolivros. Essa é uma forma até mais barata de mostrar o seu trabalho e construir um nome no mercado. Grandes nomes conseguiram ter carreira deslanchada graças a eles, como os americanos Alec Soth, Ryan McGinley e Doug Richard, além da espanhola Cristina de Middel. Essa possibilidade foi aberta graças à tecnologia digital.

Outra grande vantagem é que os fotolivros abrem caminho para que haja uma valorização do trabalho, afinal as tiragens são menores, o que atrai até a atenção de colecionadores interessados em determinados tipos de fotografias – assim como acontece com as artes plásticas. É ainda uma forma de se diferenciar no mercado.

 

Livro de arte e fotografia

 

E como está o mercado editorial?

Letícia Lampert, no site Dobras Visuais, já falava disso: “Por outro lado, fora do embate com o campo da arte, ou melhor, com o mercado, a fotografia cresce e se consolida como um dos mais importantes meios de informação, com sua capacidade documental finalmente enaltecida e popularizada pelos avanços da indústria gráfica. Livros e revistas tornam se assim, de fato, veículos fundamentais para circulação de trabalhos fotográficos de importância histórica, além é claro, de consolidar a carreira de seus autores. Livros seminais como American Photographs, de Walker Evans (1938) e The Americans, do Robert Frank (1958) representam bem esta primeira leva e dificilmente seriam comparados com livros de artista”.

O que concluímos de tudo isso? O mercado editorial, seja para a arte como para a fotografia, encontrou caminhos que valorizam essas duas vertentes. Um está intrinsecamente ligado ao outro e a valorização está na forma como se apresenta e conta a história. Afinal, todos gostamos de ouvir boas histórias.

Enfim, esperamos que tenha curtido este post sobre livros de arte e fotografia. Estaremos trazendo mais conteúdos para vocês! Conhece o livro Duplo, de Claudia Jaguaribe? Acesse aqui para saber um pouco sobre ele!

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